Estágio 4 – TASK 2
Posted onOctober 4, 2010
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O Literature Review é, basicamente, baseado em Moita Lopes e seus estudos acerca de como o homoerotismo é abordado em sala de aula. Lopes observa como o tema surge naturalmente entre os alunos, mas é recorrentemente ignorado ou evitado pelos professores.
No entanto, o Literature Review, assim como a Metodologia do trabalho, só terão um corpo mais concreto assim que a entrevistas com professores começarem a ser transcritas. Embora os estudos de Moita Lopes tenham oferecido um ponto de partida, é o conteúdo das entrevistas que guiará a maior parte do trabalho.
ESTÁGIO 4 – notes
Posted onAugust 16, 2010
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“Contemporaneamente, Hanna Arendt e Habermas nos oferecem concepções de cidadania que procuram um caminho intermediário entre a visão liberal e a visão republicana”
“Igualdade e pluralidade podem coexistir e a esfera pública não pode deixar a pluralidade de lado”
Esfera pública não é precisa ser espaço físico; reunião de pessoas, discurso etc.
“O objetivo do debate é vencer” (???)
“Partindo do princípio que o entendimento de cidadania que quero privilegiar é aquele que vê cidadania construída discursivamente, na interação com outros, para determinação do bem comum, vejo a sala de aula de língua estrangeira como um espaço onde essa visão pode ser encorajada ou desestimulada dependendo da visão de linguagem que transmitimos.”
texto 2:
sobre graduados se sentirem despreparados após o curso superior; o foco em técnica (Moita Lopes)
TASK 5 – Research Proposal
Posted onJune 30, 2010
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
FACULDADE DE LETRAS
Fabrício Cordeiro dos Santos
A IDENTIDADE HOMOERÓTICA EM SALAS DE AULA DE LÍNGUA INGLESA
Goiânia
2010
INTRODUÇÃO
Uma sala de aula é um ambiente social que permite e, sobretudo, estimula os alunos a se expressarem socialmente. Em aulas de Língua Inglesa, ou de quaisquer outras Línguas Estrangeiras (LE), por mais que a compreensão gramatical seja um dos objetivos, representações sociais se fazem presentes no desenvolvimento do discurso do aluno em uma língua não nativa. Não menos importante, as escolas são importantes na definição das identidades sociais, como observa Moita Lopes (2002). Nesse contexto, há, além dos alunos homossexuais, os professores homossexuais, sendo estes o foco deste Trabalho de Conclusão de Curso.
É notável o número de homossexuais (ou bissexuais) entre os graduandos de Letras, ao menos na Faculdade de Letras da Universidade Federal de Goiás (UFG). Quando graduados, se seguirem os trajetos propostos pela Licenciatura, ocuparão um lugar na sociedade não apenas como professores, mas como identidades discursivas de uma sexualidade que se distingue da suposta homogeneidade. Munidos desse discurso, tais professores estarão em constante diálogo com uma série de alunos, podendo ser fundamentais em sala de aula para a compreensão da pluralidade sexual na sociedade.
O professor exerce, entre outras funções, um papel de “formador de opinião”, que prefiro chamar de “entalhador de opinião”. É uma pessoa importante nas fases em que o indivíduo estabelece suas referências. Por outro lado, o homossexual, ou a idéia de homossexual, surge de um nicho, um grupo geralmente vitimado por preconceito, em que é preciso se estabelecer por meio de movimentos. Mas no Brasil os movimentos políticos em prol dos homossexuais são fracos e desorganizados, lembra Moita Lopes. Assim, parece haver no professor homossexual uma vantagem e uma desvantagem no que se refere a gênero e sexualidade. Como, então, o professor homossexual deve se encontrar em sala de aula? Como lidar com instituições (escolares, familiares, sociais) que talvez não se sintam confortáveis com uma sexualidade que vai de encontro com suas visões essencialistas?
OBJETIVOS
Uma vez estabelecido o papel da sala de aula na formação de identidade de um indivíduo – e considerando que essa formação possui vinculo com a formação de outros indivíduos, e assim por diante –, é preciso traçar como essas identidades surgem e se perguntar quais seriam as melhores maneiras de trabalhá-las. Moita Lopes investiga tópicos de grupos minoritários em alguns de seus trabalhos, e chega a se concentrar na temática do homoerotismo em sala de aula. Meu interesse, no entanto, é descobrir como tais representações sociais agem em sala de aula através de professores que são homossexuais, e como estes, representantes de um grupo minoritário em específico, procuram discutir o assunto (relacionado não apenas à homossexualidade, mas à sexualidade em geral) em sala de aula.
METODOLOGIA
Este trabalho terá como ponto de partida os estudos de Moita Lopes sobre grupos minoritários e sexualidade, assim como estudos de gênero. Procura observar onde e como o professor homossexual se diferencia no cenário da sala de aula, dando preferência aos meios que essas diferenças podem ser utilizadas a favor do ensino através da LE e do discurso.
Para a pesquisa serão entrevistados professores homossexuais de diversos cenários, totalizando um grupo de cinco indivíduos: professores de instituições públicas e privadas; professores que podem e não podem se assumir (verbalmente ou não) em sala de aula; professores de idades variadas. Todos terão suas identidades preservadas, e os nomes das instituições serão igualmente mantidos em sigilo.
As entrevistas serão concentradas na maneira como o professor homossexual trata (homo-)sexualidade em sala de aula, se é que trata. A instituição lhe dá esse espaço? Como sua homossexualidade é recebida pelos alunos? De que modo sua homossexualidade pode ser utilizada no ensino não apenas de LE, mas também no contexto educacional da formação de identidades sociais? Quais os limites? Como lidar com possíveis preconceitos direta ou indiretamente relacionados à sala de aula? E, afinal, o professor homossexual se vê com uma responsabilidade a mais? Ele quer estreitar a relação entre sua identidade sexual e o ensino?
CRONOGRAMA
Maio 2010 – Junho 2010: Elaboração do Projeto
Agosto 2010: Leitura e Coleta de Dados (entrevistas)
Setembro 2010: Leitura e Análise de Dados
Outubro 2010 – Novembro 2010: Elaboração do Relatório Final
Dezembro 2010: Apresentação do Relatório
REFERÊNCIAS
BURDEN, Robert L. and WILLIAMS, Marion. Psychology for Language Teachers: A Social Constructivist Approach. Cambridge University Press (1997).
DA CUNHA, Maria Isabel. Conte agora! As narrativas como alternativas pedagógicas na pesquisa e no ensino. São Paulo. 1997.
MOITA LOPES, Luiz Paulo da. Identidades fragmentadas: a construção discursiva de raça, gênero e sexualidade em sala de aula. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2002.
MOITA LOPES, Luiz Paulo da. A nova ordem mundial, os Parâmetros Curriculares Nacionais e o ensino de inglês no Brasil. A base intelectual para uma ação política. In: BARBARA, Leila; RAMOS, Rosinda de Castro Guerra. Reflexão e ações no ensino-aprendizagem de línguas. São Paulo: Mercado de Letras, 2003
STERN, H. H. Fundamental Concepts of Language Teaching. Oxford University Press, 1983.
TODOROV, I. As estruturas narrativas. Trad. Leyla Perrone Moisés. São Paulo: Perspectiva, 1979.
TASK 4
Posted onJune 30, 2010
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O tópico que pretendo pesquisar está inserido em contextos mais “sociais”, por assim dizer, e não exatamente relacionado a técnicas de aprendizagem de LE como “how to teach reading?” ou “correcting mistakes”. Sendo assim, um plano de aula para meu tópico não pôde ser elaborado, uma vez que minha pesquisa procura investigar relações muito específicas dentro de sala de aula e a partir de então encontrar propostas – ou respostas – para como tirar proveito dessas relações, principalmente dentro da perspectiva de Moita Lopes, em que ele aponta sobre o fato de lecionar ser um ato político e que “discurso é ação social”.
Lopes chama a atenção para a tendência a ignorar que professores e alunos pertencem a realidades plurais no que diz respeito a sexualidade, etnia, classes sociais etc, pressupondo apenas um modelo padrão para o que seria “o professor” e “o aluno”. Durante a minha graduação em Licenciatura e Bacharelado em Letras na Universidade Federal de Goiás, pude observar, por exemplo, a grande incidência de alunos e professores homossexuais, assim como em outras instituições de ensino. O homossexual, por mais que tenha tido mais sucesso no seu direito de (se) expressas (e, portanto, existir socialmente), é pertencente e representante de um grupo minoritário. Como isso pode, ou deve, ser aplicado em sala de aula, tendo em vista a participação direta (por ser homossexual) daquele que é responsável por guiar uma aula?
No seu livro Identidades Fragmentadas, Moita Lopes dá o exemplo do que ocorre em uma sala de aula observada por ele. O tema da aula era “Respeitar as diferenças”, e a professora se vê na situação em que alguns alunos debochadamente se referem a outro menino como se este fosse homossexual. O tópico da (homos-)sexualidade surge na sala de aula e a professora, por sua vez, demonstra certa cautela, evitando o assunto em específico. A pergunta inicial é: por que, no contexto de sala de aula, desviar do tópico da homossexualidade? E uma pergunta mais específica, inclusive para ser pensada como perspectiva de planos de aula: qual é ou seria o papel do indivíduo homossexual e professor no ambiente de ensino?
Penso, por exemplo, na iniciativa de Maurício de Sousa em incluir um personagem homossexual em suas histórias em quadrinhos, e de como poderia ser um dos primeiros usos numa aula em que se pretende discutir o assunto. Por meio de A Turma da Mônica, Sousa é um dos autores mais presentes na formação social e literata da criança e do adolescente. A combinação de um autor de tamanho poder e reconhecimento em cenário nacional com a representação de grupo e discurso na imagem do professor parece ser interessante.
TASK 3
Posted onJune 30, 2010
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Patsy M. Lightbown é professora da Universidade de Concordia em Montreal e tem como foco de pesquisas a maneira como a aquisição de segunda língua é afetada por instruções e feedback em aulas mais direcionadas para “communicative” or “content-based”. Possui publicações em Applied Linguistics, Studies in Second Language Acquisition, the Modern Language Journal, Language Learning, TESOL Quarterly, Language Teaching Research, Canadian Modern Language Review, além do livro How Languages Are Learned, escrito em parceria com Nina Spada.
Por sua vez, Dr. Spada leciona graduação em Second Language Education Program. Seus cursos incluem “Second Language Learning,” “Form-focussed Instruction Corrective Feedback and Second Language Acquisition,” e “Aspects of Second Language Acquisition.” Seus estudos são direcionadas à relação entre instrução e aprendizado. Ela também está ligada a um projeto de pesquisa que procura observar a eficiência de aprendizados isolados e aprendizados em que há interações.
Com parte da leitura de How Languages Are Learned, é possível ter mais compreensão de como uma língua é adquirida e aprendida em suas diversas maneiras. É um conteúdo em que parte pode ser deduzida por nós, seja porque parece lógico, seja porque nós já experimentamos, seja porque é comum. De qualquer forma, com Lightbown e Spada não é algo isolado, mas relacionado a toda uma cadeia de ensino e aprendizagem. Um exemplo é quando os autores abordam motivation and attitudes: em certo momento, dizem que “if the speaker’s only reason for learning the second language is external pressure, internal motivation may be minimal and general attitudes towards learning may be negative” (p. 40).
Um clássico exemplo de “external pressure” é a pressão de pais sobre seus filhos, experiência pela qual todos já vimos alguém passar ou até mesmo já passamos. Os autores produzem uma ligação analítica entre fatos observados, diferentes razões e motivos para se aprender uma língua, associando a diferentes estilos de aprendizagem, idade de aquisição etc.
Mais adiante, os autores analisam diferentes estágios no aprendizado: negative sentences, question formation, relative clauses etc, com descrição de algumas atividades relacionadas aos tópicos lecionados. Em negative sentences, Lightbown e Spada lembram que crianças aprendem bem cedo as funções de negação (para rejeitar, negar, discordar etc), mas precisam de certo tempo para aprender como essas funções se adéquam gramaticalmente – e que não há muita diferença entre First Language Acquisition e Second Language. Até que a criança seja capaz de aprender o universo gramatical de negative sentences, uma série de “no ball”, “no go” e problemas com auxiliares na terceira pessoa (“don’t” em vez de “doesn’t”) serão observados. Esse é um dos muitos casos que Lightbown e Spada mostram quão naturais são alguns dos erros cometidos por diferentes learners, e como isso faz parte do processo de aprendizagem. É uma compreensão importantíssima, e básica, para a formação de um profissional que pretende ensinar algo tão complexo como uma segunda língua.
TASK 2 – Techniques and Principles in Language Teaching
Posted onApril 30, 2010
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Um dos princípios básicos do Silent Way Method desenvolvido por Caleb Gattegno diz que “Teaching should be subordinated to learning“. Sendo assim, é um método quase todo centrado nos alunos, de modo que o professor exerce o papel de um técnico ou engenheiro. Para isso, dispõe de várias ferramentas, como um chart com vários retângulos, cada um de uma cor (e cada cor associada a um som), e também de rods e um pouco de mímica. O professor deve falar o mínimo possível, de modo que os alunos trabalhem de acordo com o que sabem e aprendem.
Embora seja um método que reduza extremamente o TTT, uma aula em Silent Way me parece um tanto fadada a um jogo de adivinhação relativamente caótico. Com uma participação fisicamente ativa do professor e ansiedade dos alunos em construirem corretamente palavras e estruturas, todo o processo parece resultar uma aula exaustiva, ainda que possivelmente divertida. Além do mais, uma mínima lacuna na preparação do professor pode fazer com que os exercícios se revelem mais confusos do que esclarecedores.
No entanto, o Silent Way talvez possa ser mais eficiente se usado em apenas uma tarefa, e não durante toda uma aula. Por mais que o exemplo visto no livro de Larsen-Freeman seja o de uma aula aparentemente muito bem executada de duas horas de duração, o Silent Way, ou então o uso de seu chart and rods, pode estimular um exerício de vocabulário, por exemplo.
Ou seja, não creio que seja interessante restringir o ensino de LE a um método como o Silent Way. Por outro lado, é um método existente e aplicado por alguns professores, podendo servir de auxílio em algum aspecto, ou combinado com algum outro método.
Literaturing
Posted onMarch 29, 2010
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Daisy Miller, stop playing games with that young man. You bitch.
Battle of Balaclava
Posted onMarch 16, 2010
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As we are reading “Youth”, written by the great Joseph Conrad, I think it would be interesting for the class to take a look at the poem below. It is called “The Charge Of The Light Brigade”, written by Lord Tennyson Alfred in 1854, a very famous and respected poem. The motto “Do or Die” seems to make reference to it.
..
The Charge Of The Light Brigade
by Alfred, Lord Tennyson
Memorializing Events in the Battle of Balaclava, October 25, 1854
Half a league half a league,
Half a league onward,
All in the valley of Death
Rode the six hundred:
‘Forward, the Light Brigade!
Charge for the guns’ he said:
Into the valley of Death
Rode the six hundred.
‘Forward, the Light Brigade!’
Was there a man dismay’d ?
Not tho’ the soldier knew
Some one had blunder’d:
Theirs not to make reply,
Theirs not to reason why,
Theirs but to do & die,
Into the valley of Death
Rode the six hundred.
Cannon to right of them,
Cannon to left of them,
Cannon in front of them
Volley’d & thunder’d;
Storm’d at with shot and shell,
Boldly they rode and well,
Into the jaws of Death,
Into the mouth of Hell
Rode the six hundred.
Flash’d all their sabres bare,
Flash’d as they turn’d in air
Sabring the gunners there,
Charging an army while
All the world wonder’d:
Plunged in the battery-smoke
Right thro’ the line they broke;
Cossack & Russian
Reel’d from the sabre-stroke,
Shatter’d & sunder’d.
Then they rode back, but not
Not the six hundred.
Cannon to right of them,
Cannon to left of them,
Cannon behind them
Volley’d and thunder’d;
Storm’d at with shot and shell,
While horse & hero fell,
They that had fought so well
Came thro’ the jaws of Death,
Back from the mouth of Hell,
All that was left of them,
Left of six hundred.
When can their glory fade?
O the wild charge they made!
All the world wonder’d.
Honour the charge they made!
Honour the Light Brigade,
Noble six hundred!
2009.
Posted onMarch 16, 2010
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2009. In a nutshell. In a portuguese nutshell.
.
Definitivamente, foi o uso do livro de Larsen-Freeman, “Techniques and Principles in Language Teaching”, que mais me despertou interesse. Não exatamente por sua leitura, que possui passagens bastante enfadonhas durante o resumo final das aulas, por mais que seja organizado, mas sim a aplicação em sala de aula. A divisão em grupos com a finalidade de apresentar e exemplificar com mini-aulas é o que faz com que a teoria não seja apenas lida, mas, de certa forma, vista e observada. Por mais que tenham métodos pouco eficientes (The Silent Way), me parece possível pensar em cada um deles como técnicas destinadas a diferentes atividades, ou faixa etária, ou uma das inúmeras variações sociais, ambientais, estruturais etc as quais uma aula está sujeita. Da mesma forma, ficam mais expostas às nossas análises e críticas.
Larsen-Freeman permite exemplificações não apenas de exemplos mais conhecidos, como drilling, mas de outros que, particularmente, nunca ouvi falar, como a associação entre os sons de LE a um quadro de cores, e não de fonemas.
Já com Lightbown e Spada tive mais da compreensão de como uma língua é adquirida e aprendida em suas diversas maneiras. É um conteúdo em que parte pode ser deduzida por nós, seja porque parece lógico, seja porque nós já experimentamos, seja porque é comum. De qualquer forma, com Lightbown e Spada não é algo isolado, mas relacionado a toda uma cadeia de ensino e aprendizagem. Um exemplo é quando os autores abordam motivation and attitudes: em certo momento, dizem que “if the speaker’s only reason for learning the second language is external pressure, internal motivation may be minimal and general attitudes towards learning may be negative” (p. 40).
Um clássico exemplo de “external pressure” é a pressão de pais sobre seus filhos, experiência pela qual todos já vimos alguém passar ou até mesmo já passamos. Os autores produzem uma ligação analítica entre fatos observados, diferentes razões, motivos de se aprender uma língua. Ligam isso a diferentes estilos de aprendizagem, idade de aquisição etc.
Mais adiante, os autores analisam diferentes estágios no aprendizado: negative sentences, question formation, relative clauses etc, com descrição de algumas atividades relacionadas aos tópicos lecionados. Em negative sentences, Lightbown e Spada lembram que crianças aprendem bem cedo as funções de negação (para rejeitar, negar, discordar etc), mas precisam de certo tempo para aprender como essas funções se adéquam gramaticalmente – e que não há muita diferença entre First Language Acquisition e Second Language. Até que a criança seja capaz de aprender o universo gramatical de negative sentences, uma série de “no ball”, “no go” e problemas com auxiliares na terceira pessoa (“don’t” em vez de “doesn’t”) serão observados. Esse é um dos muitos casos que Lightbown e Spada mostram quão naturais são alguns dos erros cometidos por diferentes learners, e como isso faz parte do processo de aprendizagem. É uma compreensão importantíssima, e básica, para a formação de um profissional que pretende ensinar algo tão complexo como uma segunda língua.
Opening night
Posted onMarch 15, 2010
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Ok, now curb your enthusiasm.
